segunda-feira, 23 de março de 2009

CURSO INTENSIVO DE FLORAIS DE BACH




As essências Florais são uma forma singular e sutil de medicina vibracional que vem se tornando cada vez mais popular ao longo dos últimos setenta anos. Os Florais de Bach, os primeiros florais a serem descobertos pelo médico inglês Dr. Edward Bach, são tinturas líquidas obtidas a partir de flores. Auxiliam o indivíduo a equilibrar suas emoções e seus sentimentos trazendo a solução para os seus conflitos internos. Foi reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 1976, pelo seu eficiente efeito terapêutico.
Esse sistema terapêutico é composto de 38 essências florais, mais um composto emergencial que é o Rescue Remedy. Tem auxiliado muito a Humanidade nesse momento de transição, como o indivíduo em si, proporcionando a harmonização dos corpos (etérico, emocional e mental) e facilitando o livre fluxo das energias superiores através da personalidade. Trata desequilíbrios como: a depressão e o medo, cansaço físico e mental, desespero, apatia, a incerteza e a indecisão, baixa auto-estima, mágoas e ressentimentos, irritação e impaciência, sentimentos de culpa, choques e traumas, vícios, dificuldades de aprendizagem e de concentração, dentre outros.
Conteúdo:
A História do Dr. Edward Bach
A História da descoberta dos florais
A filosofia de Dr. Bach
Corpos energéticos
Atuação dos Florais nos corpos energéticos
Identificação dos 7 grupos florais
Resultados e Desenvolvimento do tratamento
Manipulação das Essências (remédios, frascos e dosagens)
Preparo de outros recursos florais, tais como: pulverizadores de ambientes, cremes, sabonetes, etc.
Utilizações diversas dos florais
Noções de entrevista e diagnóstico
Exercícios dinâmicos para verificação do aprendizado
Estudos de casos clínicos
Facilitadora: Sandra Baptista
formada no Instituto Bach Centre - Bach Foundation International Register
Carga horária: 40 horas (encontros semanais das 14 hs às 17:30 hs)
Mensalidade: R$120,00 + R$ 60,00
Rua Cesário Galeno, 186 - Tatuapé
11- 4105-5838
msn:terapias_complementares@hotmail.com

terça-feira, 3 de março de 2009

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Mania de criticar


Mania de criticar :: Bel Cesar ::

Quando a tensão num relacionamento está muito alta, é comum transpor os desafios por meio de discussões que levam a rompimentos. Devido a ressentimentos não expressos e a frustrações não digeridas, criticamos o outro como uma forma de pedir por mais atenção. Que estranha mania: diminuímos o outro com a intenção de que ele nos dê mais!

Por experiência própria, sabemos que criticar com a intenção de agredir é uma forma ineficaz de expressar insatisfação e pedir atenção. No entanto, a crítica é uma forma comum de solicitação.

Quando um parceiro procura aproximar-se do outro de maneira crítica e raivosa, o outro afasta-se para se proteger desta energia de ataque, fechando-se cada vez mais. Sem receptividade de escuta, cada um a seu modo, lança mão de uma estratégia de ataque e recuo - como se visse o outro como um inimigo. Por isso, relacionamentos sustentados por críticas tornam-se viciados em ciclos de ataque versus evitação.

Uma coisa é comunicar sem rodeios suas insatisfações com a motivação de que o outro conheça suas necessidades e percepções. Outra coisa é falar com a intenção de converter o outro a seus pontos de vista. A diferença entre estas duas posições também será dada pela capacidade de escuta daquele que recebe as críticas. No entanto, não há como negar que ao expressarmos um sofrimento de forma congruente e aberta propiciamos a receptividade alheia.

Cabe ressaltar que aquele que é criticado precisa aprender a se impor diante de quem o critica negativamente pois, do contrário, ele se torna um agressor passivo: identificado com seu papel de vítima, agride o outro para posicioná-lo como agressor, ao invés de buscar empatia e um novo entendimento.

Antes de criticar alguém devemos nos distanciar para refletir sobre nossa real motivação ao nos tornarmos um "acusador agressivo". Optar por reter os impulsos agressivos para analisá-los melhor, ao invés de simplesmente desabafá-los, é crucial se quisermos transformar relacionamentos viciados, com conversas cheias de críticas e implicações um frente ao outro.

O psicoterapeuta John Welwood explora como lidar com a questão da raiva nos relacionamentos em seu livro "Amor perfeito, relacionamentos imperfeitos" (Ed. Gaia). Ele nos incentiva a entrar em contato direto com nossa raiva em quatro passos intimamente relacionados: reconhecer, permitir, abrir e entrar.

Reconhecemos nossa raiva na medida em que a percebemos sem avaliá-la como boa ou ruim. Ao sentirmos a raiva manifestando-se em nosso corpo, permitiremos que ela esteja lá por alguns instantes. Welwood explica: "A permissão é uma forma de descompressão ou desbloqueio: deixar que a energia do sentimento seja do tamanho que é, sem se identificar com ela ('esta dor sou eu, significa algo que sou") ou rejeitá-la ("esta dor não sou eu, ela não deve estar aqui"). Cada um precisa ter esta experiência para conhecer o quanto é libertadora essa aceitação. Pois no momento em que nos permitirmos senti-la, ela deixa de ser tão ameaçadora!

Desta forma, aos poucos nos unimos a nós mesmos, não precisamos mais transformar o outro para evitar nossos próprios sentimentos dolorosos.

Welwood ressalta que é importante perceber que o reconhecimento da raiva ou do ódio não significa pensar: "sim, está certo ficar com raiva. Eu devo sentir raiva; tenho o direito de me sentir dessa maneira ou de descarregar a minha raiva em alguém". Em vez disso, significa: "sim, a raiva e o ódio estão armazenados em meu corpo e em minha mente" . E como eles estão ali: sim, eu posso reconhecê-los, dar-lhes espaço e conscientemente experimentá-los".

Quando recuperamos a força para autoacolher nossa raiva, já não necessitamos impreterivelmente de expressá-la. Isto não quer dizer que nos tornamos autossuficientes ou indiferentes àqueles com quem nos relacionamos, mas simplesmente que não precisamos mais criticá-los, ou seja, transformá-los para que eles nos tratem de um certo modo que nos garanta a não termos que encarar nossos próprios sofrimentos.

Uma vez menos reativos, conseguimos mais facilmente relativizar: não pegar tudo ao pé da letra. Sob a raiva, encontra-se a tristeza. Ao expressarmos nossa vulnerabilidade ao invés de nossa irritação, damos ao outro um voto de confiança, recolocando-o numa posição de parceria e não de inimigo como outrora.

Se por um lado, temos a necessidade de nos sentirmos garantidos em nossos relacionamentos, temos também a necessidade de nos soltarmos. O fato é que quanto mais estivermos conectados de forma segura, mais separados e diferentes poderemos ser. Mas se estivermos num relacionamento baseado em críticas, nossa tendência será a de retrair nossa espontaneidade para não corrermos o risco de agirmos de modo a sermos um novo alvo de desaprovação.

Neste sentido, quanto mais empático e seguro for o relacionamento, mais autênticos nos tornamos, pois reconhecemos, no ato de nos entregarmos na relação, uma oportunidade de autodescoberta.



"Nas mãos do terapeuta está o caminho, na mente do cliente está à cura"

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Conselhos...


Saudações à tua essência!

Me deparo todos os dias com pessoas conselheiras, isso não seria problema se primeiramente não fosse em demasia, se fossem conselhos vindos da alma e não da mente como são. Apontam sempre que faça algo para mudar, conseguir, sair de uma determinada situação.
A mudança vem de dentro e cabe a cada um saber como e quando fazê-la, impossível determinar isso a uma pessoa. A nós mesmos já é difícil reconhecer o tempo e como fazer, como aconselhar isso? Devemos primeiramente aceitar as pessoas como elas são, e deixar que nos ofereçam o que tem de melhor. A partir daí ela mesma reconhecerá se há a necessidade de mudar, de como e quando ser feito.
Mais uma vez aparece a palavra ACEITAÇÃO! O que parece ser complicado hoje em dia, conviver com as diferenças é essencial para uma vida equanime e plena de satisfação.
TER pra SER é o que geralmente nos dizem, devemos reconhecer o SER pra TER.

Paz e consciência pra ti.



"Nas mãos do terapeuta está o caminho, na mente do cliente está à cura"

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Floral de Bach

Florais de Bach

As essências florais são extratos líquidos naturais e altamente diluídos de flores, plantas e arbustos acredita-se, promovem o equilíbrio dos problemas emocionais, operando em níveis vibratórios sutis e harmonizando a pessoa no meio em vive. É uma terapia criada por Edward Bach, previamente médico [[homeopatia|homeopata], bacteriologista e imunologista, de onde veio o princípio de que ultradiluições potencializam os efeitos do princípio ativo. O objetivo da terapia floral é o equilíbrio das emoções do paciente (estresse, depressão, pânico, desespero, sentimentos de culpa, cansaço físico ou mental, solidão, tristeza, indecisão, sensibilidade excessiva, ciúmes, ódio, mágoas, todos os tipos de medos, ansiedades e preocupações ) buscando a consciência plena do seu mundo interior e exterior. Problemas de saúde freqüentemente têm suas origens nas emoções (psicossomática).

Filosofia do Dr. Edward Bach

Para o Dr. Edward Bach o importante era tratar a personalidade da pessoa e não a doença. A doença seria o resultado do conflito da alma (Eu Superior - a parte mais perfeita do Ser) e da personalidade (Eu Inferior - o que nós somos, no nosso dia-a-dia). Ele dizia: "O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma envia a doença para nos corrigir e nos colocar no nosso caminho novamente. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar".

Origem das doenças é proveniente de sete defeitos do homem

Orgulho
Crueldade
Ódio
Egoísmo
Ignorância
Instabilidade Mental
Cobiça, Gula

São sete os caminhos do equilíbrio emocional

Paz
Esperança
Alegria

Certeza
Sabedoria
Amor
Seu conceito de saúde era: harmonia, integração, individualidade e integridade. O importante seria que a alma e a personalidade estejam em perfeita sintonia através do equilíbrio emocional. As essências Florais de Bach tratariam a pessoa e não a doença: a causa e não o efeito.

História

Dr. Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, em Moseley, um vilarejo perto de Birmingham, Inglaterra. Com 17 anos alistou-se no Corpo de Cavalaria de Worcestershire, onde pode liberar mais seu amor pelos animais e passar algum tempo em contato com a natureza. Nesta época já não se conformava com os tratamentos paliativos que seus colegas trabalhadores recebiam, e acreditava haver um meio de curar realmente, inclusive as doenças tidas como incuráveis. Com 20 anos entrou na Universidade de Birmingham. Finalizou os estudos com o treinamento prático no "University College Hospital" em Londres, em 1912. Além dos diplomas e títulos que obteve ao se formar, recebeu também os títulos de Bacteriologista e Patologista, em 1913, e o diploma de Saúde Pública, em 1914.

Hemorragia em 1917

Neste ano, foi rejeitado para servir na Guerra fora do país, provavelmente por sua saúde frágil. Entretanto, ficou responsável por 400 leitos no "University College Hospital", com o trabalho no Departamento de Bacteriologia e também como Assistente Clínico do Hospital da Escola de Medicina (período de 1915 a 1919). Trabalhou incansavelmente mesmo não sentindo-se bem, e, após avisos constantes de pré-estafa não respeitados, teve uma severa hemorragia em julho de 1917. Submetido a uma cirurgia de urgência, foi-lhe comunicado que talvez não tivesse mais que três meses de vida.

No entanto, sentindo uma melhora, reuniu suas forças e foi para o laboratório trabalhar. Passou a dedicar-se à pesquisa dia e noite. Além de não pensar na doença por ter a sua mente ocupada, voltar a trabalhar em função do objetivo da sua vida lhe trazia energia para prosseguir. Em pouco tempo estava totalmente recuperado.

Passou a ser cada vez mais conhecido pelas suas descobertas no campo da bacteriologia. Trabalhou em tempo exclusivo para o "University College Hospital", e depois como bacteriologista do "London Homeopathic Hospital", permanecendo lá até 1922.

Foi nesta situação que conheceu a Doutrina de Hahnemann e seu livro básico: o "Organon da Arte de Curar", escrito mais de cem anos antes do seu tempo. Descobriu os princípios de Hahnemann, que curava mais guiado pelos sintomas mentais que pelos físicos.

Nosódios de Bach

Em 1926, publica com C.E. Wheeler o "Cronic Disease. A Working Hypothesis". Nesta época, os nosódios intestinais, já conhecidos como Nosódios de Bach, eram utilizados em toda Grã-Bretanha e também em vários outros países.

Bach começou então tentar substituir os nosódios por medicamentos preparados com plantas, e foi a esta altura que utilizou pelo sistema homeopático de diluição e potencialização, duas flores que trouxe de Gales, em 1928. Estas plantas eram Impatiens e Mimulus. Pouco depois também utilizou Clematis. Os resultados foram encorajadores. Também nesta época começou a separar os indivíduos por grupos de semelhança de comportamento, como se sofressem do mesmo problema. Ele mesmo conta que isto aconteceu, depois que foi em uma festa, e ficou em um canto observando as pessoas quando aí teve um insight. Bach imaginou que deveria existir um medicamento que aliviasse este sofrimento comum a cada grupo de indivíduos.

Em 1930, resolveu largar toda sua rendosa atividade em Londres, o consultório da Harley Street e os laboratórios, para buscar na natureza este sistema de cura que idealizara desde pequeno, e que sentia estar próximo dele. Tinha, então, 44 anos. Partiu para Gales. Ao chegar, descobriu que levara por engano uma mala com calçados no lugar de uma com o material necessário para o preparo de medicamentos homeopáticos: almofariz, vidros, etc. Isto acabou impulsionando-o mais rapidamente na direção da descoberta de um novo sistema de extrair as virtudes medicamentosas das plantas. A homeopatia não estava longe, mas não era exatamente o que procurava. Deixou, portanto, a fama, o conforto e um lugar de destaque na sociedade médica londrina. Antes de ir, queimou tudo o que já tinha escrito até então e deixou o resto do trabalho para ser concluído pelos colegas e auxiliares que trabalhavam com ele.

Foi, no entanto, encorajado pelo Dr. John Clark, diretor do Homeopathic World, um jornal médico homeopático, que colocou seu periódico à disposição para que Bach publicasse suas descobertas. Esta oportunidade foi totalmente aproveitada por Bach.

No outono de 1935, descobriu Mustard, o último dos 38 florais. Morreu dormindo em 27 de novembro de 1936 (de parada cardíaca com 50 anos de idade) em sua casa em Monte Vernon, Grã Bretanha, onde hoje funciona o Bach Centre e onde são colhidas as flores e preparadas as essências.

Essências Florais no Mundo de Hoje

O uso de flores e plantas no tratamento humano é muito antigo. Pesquisas indicam que as flores já eram utilizadas com este objetivo antes de Cristo. Os aborígines australianos comiam a flor inteira para obter os seus efeitos, tanto os egípcios, como os africanos e os malaios já faziam uso delas tratar dos desequilíbrios emocionais. Há registros de que no século XVI Paracelsus já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrios emocionais em seus pacientes. No entanto, a utilização de essências florais ultradiluídas foi introduzida por Bach.

Nos anos 30, o Dr. Edward Bach queria as essências florais nas casas das pessoas, onde a mãe pudesse indicar o melhor floral para o seu filho. Hoje, passados 70 anos, a Terapia Floral está se disseminando, a cada dia, nos consultórios dos terapeutas, psicólogos, médicos, etc do mundo inteiro.

Em 1996, a The Dr. Edward Bach Foundation, da Inglaterra, promoveu o Primeiro Curso Internacional de Terapia Floral no Brasil com o objetivo de divulgar as essências Florais de Bach e de formar Practitioners (Terapeutas Florais reconhecidos e avalizados pela Fundação Bach).

Ao longo das últimas décadas, dezenas de sistemas florais foram sendo desenvolvidos em várias partes do mundo, cada um com suas peculiaridades determinadas pelas flores de cada região. Um dos primeiros sistemas que surgiram na década de 80 foram os Florais da Califórnia, desenvolvido nos EUA. Posteriormente surgiram os Florais do Sistema Bush, na Austrália. Hoje, dentro de um mesmo país, há vários sistemas cada um utilizando um grupo de flores regionais, embora não seja incomum encontrar flores semelhantes entre os sistemas.

As essências florais são consideradas remédios homeopáticos nos EUA, onde remédios homeopáticos são considerados complementos alimentares. Do mesmo modo, no Brasil as essências florais, que surgiram nos anos 80 e se intensificaram nos anos 90, e são consideradas complementos alimentares. Essa classificação exime esses preparados de apresentarem comprovações de eficácia em tratamentos.

Sistemas Florais

Sistema Agnes
Florais do Alaska
Amazonas
Andinas
Andreas Korte
Angels
Animals Essences
Araretama
Arco Iris
Florais de Bach
Bosque Profundo
Florais de Bush
Florais da Califórnia
Casa Gaia
Corpo e Alma
Chapada Diamantina
Deserto
Desierto Florido
Deva
Erik's Essence
Filhas de Gaia
Findhorn
Florais do Sul
Flores del Alba
Florescência
Hawai
Himalaia
Holanda
Illuminati
Larimar
La Florina
Living Essences
Living Light
Mantiqueira
Marangatu
Master's
Nona Essencya
Orquídeas do Amazonas
Orquídeas Européias
Pacífico
Pegasus
Perelandra
Raff
Saint Germain
Santa Bárbara
Sirio
Terra Flora
Sistema Vida

Composição e a Preparação

As Essências Florais de Bach Originais são naturais e têm origem do Bach Centre, local onde Dr. Bach viveu seus últimos anos (1934-1936) em Mount Vernon, Sotwell, Wallingford, na Inglaterra. Todos os remédios são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres.

A sua manipulação obedece aos rígidos padrões determinados por este Centro. O floral é composto de água mineral, brandy de uvas (conhaque) e essências Florais de Bach Originais (de uma a seis essências no mesmo frasco - podendo chegar, raras vezes, a oito essências).

O brandy (envasado em tonéis de carvalho) serve de conservante para a solução: isto significa, aproximadamente, menos de meia gota de álcool para cada dose tomada. Somente aceite as essências Florais de Bach Originais. Veja abaixo, como são preparadas[carece de fontes?]. Outro conservante muito usado (quando a pessoa não pode e/ou não quer tomar essências florais com brandy de uvas é o vinagre de maçã natural.

Estágios da Preparação das Essências Florais

Preparação da Tintura Mãe

Preparação do Frasco de Estoque (kit das essências florais)

Preparação do Frasco Diluído

Preparação da Tintura Mãe

Colheita das flores

Utilizadas as mesmas plantas que o Dr. Bach descobriu na Inglaterra.

As flores são colhidas por volta das 8 horas da manhã.

São flores de várias árvores do mesmo tipo.

Usa-se uma folha para colher a flor (para não ter contato com as mãos).

Após a colheita, usa-se o método solar ou de fervura para a extração da tintura mãe.

Método Solar (Sun Method)

Vinte espécies flores que florescem na primavera e verão são preparadas por método solar: Agrimony, Centaury, Cerato, Chicory, Clematis, Gentian, Gorse, Heather, Impatiens, Mimulus, Oak, Olive, Rock Rose, Scleranthus, Wild Oat, Vervain, Vine, Water Violet, White Chestnut e Rock Water (água pura de nascente).

As flores são colacadas numa cuba de cristal; coloca-se água da fonte até encobri-las; a cuba deve ficar próxima à planta e o sol deve incidir direto sobre as mesmas durante aproximadamente 3 horas. O dia tem que estar totalmente claro, sem nenhuma nuvem, pois o sol não pode ser coberto em nenhum momento.

Método de Fervura (Boiling Method)

São preparados através do método de fervura, os brotos de árvores, arbustos, plantas e flores de 18 espécies de flores que florecem no outono e inverno: Cherry Plum, Elm, Aspen, Beech, Chestnut Bud, Hornbeam, Larch, Walnut, Star of Bethlehem, Holly, Crab Apple, Willow, Pine, Mustard, Red Chestnut, Honeysuckle, Sweet Chestnut, Wild Rose.

As flores são colocadas numa panela de inox, vidro ou de ágata e, depois, são cobertas com água da fonte e fervidas por 30 minutos. Apaga-se o fogo e deixa-se esfriar perto da planta.

Em ambos os casos, após seus procedimentos, a água é coada e colocada numa garrafa com 50% de brandy de uvas e 50% da solução coada. Está feita a tintura mãe.

Preparação do Frasco de Estoque

A preparação consiste na adição de brandy de uvas (equivalente a duzentas e quarenta partes iguais à da tintura mãe), dando origem aos chamados frascos de estoque, com validade de cinco anos.

Preparação do Frasco Diluído

O frasco diluído contém 70% de água mineral, 30% de brandy de uvas (conhaque envasado em tonéis de carvalho) e 2 gotas do frasco de estoque de cada essência floral (no caso do Rescue Remedy são necessárias 4 gotas). Quando o paciente não quer o brandy de uvas, pode-se utilizar o vinagre de maçã natural a 10% na solução com água mineral. O frasco é de 30 ml, de vidro esterilizado, de cor âmbar com bulbo de látex e cânula de vidro. No Brasil, maioria dos pacientes tomam este frasco diluído (4 gotas, 4 vezes ao dia); na Inglaterra, é comum o paciente comprar o frasco de estoque e diluir 2 gotas num copo com água e tomar durante o dia.

Onde encontro as Essências Florais?

Se você deseja tomar as essências florais, primeiramente, consulte um terapeuta floral ou profissional com especialização em essências florais. Posteriormente, avie a sua receita numa farmácia homeopática ou de manipulação.

A Posologia, a Conservação, a Validade e as suas Contra-Indicações

O efeito da essência não depende da quantidade de gotas tomadas a cada vez, mas da frequência de vezes tomadas ao dia; assim, alguns profissionais recomendam tomar 4 gotas 4 vezes ao dia (ao acordar, antes do almoço, pelas 17 horas e antes de dormir), podendo-se aumentar ou diminuir a dosagem conforme a necessidade ou indicação do profissional responsável. No entanto, alguns profissionais afirmam que se pode tomar o remédio na hora que se lembrar (caso esqueça de tomá-lo no momento indicado), mas que não devem tomar-se doses acumulativas (por ex.: 8 gotas por vez).

O uso pode ser sub-lingual (debaixo da língua) para uma absorção mais rápida. De vez em quando, bater o frasco contra a palma da mão (mais ou menos 10 vezes) antes de usá-lo. Para se obter o efeito pleno, as gotas devem conservar-se na boca por um momento antes de engoli-las. É preciso tomar cuidado para não deixar o conta-gotas entrar em contato com a língua, pois as enzimas digestivas podem transferir-se da língua para a mistura no frasco. Isto afetaria o gosto, se bem que não afetaria a eficácia do remédio.

Manter o frasco bem fechado. Manter o remédio longe do calor, luz, umidade e aromas. Deixar longe de radiações e aparelhos elétricos (TV, equipamento de som, celular, computador, ar condicionado, etc).

Por ser um produto natural e devido às condições climáticas do Brasil, a validade do floral é, geralmente, de 30 dias (ver data de validade no rótulo).

As essências florais podem ser administradas juntamente com os remédios homeopáticos, alopáticos e fitoterápicos, desde que não haja contra-indicação específica. Os preparados com conhaque, por exemplo, não devem ser utilizados, por alcoólatras ou por portadores de doenças do fígado. Nestes casos, as essências podem ser preparadas com vinagre de maçã natural.

Fonte: pt.wikipedia.org


Ananda Yeshe Dorje- Terapeuta Holístico

(35) 8411-7064

Nas mãos do terapeuta está o caminho, na mente do cliente está à cura!

Reiki

Origem do Reiki

Dr. Mikao Ussui

Dr. Mikao Ussui

Dr. Chujiro Hayashi

Dr. Chujiro Hayashi

Sra. Takata

Sra. Takata

Dr. Mikao Ussui foi quem nos trouxe esta técnica. Ele era estudioso de manuscritos antigos, e procurava entender as estórias de curas milagrosas, que lhe contavam. Em busca de uma resposta em como usar o Reiki, decidiu subir o Monte Kuriyama e passou 21 dias meditando em jejum. No último dia, Dr. Ussui obteve uma resposta através de uma luz divina. Após descer o Monte Kuriyama, ele passou pela periferia e lá curou muitas pessoas.

Ele passou os seus ensinamentos para o Dr. Chujiro Hayashi, um médico da Marinha Imperial, que depois montou uma clínica de Reiki em Tokyo para pessoas que necessitavam de cura.

Dr. Hayashi, dividiu em etapas os ensinamentos do Reiki que lhe foi passado, assim facilitando o ensinamento e o aprendizado. Foi em busca de uma cura para o câncer que a Sra. Hawayio Takata conheceu a clínica do Dr. Hayashi.

Antes do Dr. Hayashi morrer, ele passou os ensinamentos da técnica do Reiki para Sra. Takata, mais tarde formando se mestra da técnica Reiki.

A Sra. Takata abriu uma clínica de Reiki no Hawai onde formou 22 mestres.

O Reiki está mudando e se desenvolvendo a cada dia, desde o tempo de Mikao Ussui, Chujiro Hayashi e Hawayo Takata. As pessoas estão conhecendo e tendo mais acesso à essa técnica maravilhosa de cura pelas mãos. A origem do Reiki precisa ser honrada, e ao mesmo tempo respeitando as mudanças do mundo, das pessoas e do planeta Terra.

O que é o Reiki?

Reiki é uma palavra japonesa que significa “Energia Vital Universal”. O Reiki não é uma religião e nem uma crença. Ele abre novos caminhos para experiência espiritual e o aprendizado. Para receber a técnica do Reiki, a pessoa precisa passar por uma iniciação feita por um Metre de Reiki. Essa iniciação é feita pela imposição das mãos em forma de uma concha, visualizando símbolos (secretos) entrando no corpo da pessoa. Em uma iniciação a pessoa que vai receber o Reiki, fica em uma posição confortável, com a coluna reta para facilitar a absorção de energias. Geralmente durante as sessões muitos mestres de Reiki preferem ficar em silêncio para facilitar a conecção com seus mestres, seres superiores e outras energias. As posições são variadas trabalhado atrás da cabeça e na frente. A duração de uma iniciação pode levar de uma hora a uma hora e meia, variando de mestre para mestre. Após esta iniciação a pessoa não precisa passar novamente por este processo para melhorar ou recuperar os seus canais de energia. A pessoa passa por uma grandiosa transformação, se tornando diferenciada das outras. Esta transformação permanece por toda a vida.

Uma vez que você foi iniciado, a energia do Reiki é então, encaminhado através do corpo num passo correspondente à aquele que é necessário para a cura. O corpo humano ou animal, radia calor e energia. Essa energia é a força da vida chamada CH'I. O que cura é a energia do Cosmos (Ki ou CH'I) que é direcionada pelas mãos do praticante. A palavra CH'I quer dizer "ar, respiração, vento, essência vital, energia ativa do universo..." CH'I ou KI é também a força vital da Terra, dos planetas, das estrelas, dos céus e das fontes de energia que afetam os corpos com a energia KI. A energia que sai das mãos do praticante de Reiki, é uma energia transformadora, trazendo o KI da Terra e dos Céus para dentro do corpo humano e animal.

Na energia vital do Reiki, a pessoa que está sendo inicializada, fica com todos os canais de energia abertos e limpos de obstruções pela inicialização do Reiki. Na prática do reiki, não há transmissão de nenhuma energia pessoal.

Fonte: www.mistico.com

Geral

O reiki como conhecemos hoje, é uma terapia holística natural redescoberta por Mikao Usui, no início do século XX. Ela preconiza que, através da imposição de mãos do Terapeuta Reiki, irradiam-se as vibrações de harmonia da energia vital do Universo (Rei) para restabelecer o equilíbrio da energia vital (Ki) das zonas doentes do corpo de um paciente.

Teorias e práticas

Algumas escolas ensinam que o Reiki entra nos seu praticantes através do sétimo chakra (a Coroa), preenche o sistema energético sutil do praticante, e após ser transubstanciada no chakra Cardíaco, flui através das suas mãos para o corpo de quem recebe. Outras escolas ensinam que a energia entra através do primeiro chakra (raiz), preenche a aura, torna-se centrada no quarto chakra (coração) e flui através das mãos do praticante.

A maioria das escolas ensina que a energia Reiki é uma energia "inteligente", que "sabe o que fazer", ou "onde é precisa". Também afirmam que, por outro lado, se quem recebe não estiver aberto ao tratamento, a energia não terá efeito duradouro no organismo, persistindo a enfermidade.

Meridianos

Meridianos

O "tratamento" é tradicionalmente efetuado similarmente ao apoiar-se nas mãos. O praticante pede a quem recebe para se deitar e relaxar. Então, o praticante atua como um canal para a energia Reiki, teoricamente deixando a energia ser canalizada através das suas mãos até onde quem recebe mais precisa. Normalmente o praticantes aplica as suas mãos em vários locais do corpo de quem recebe Reiki. Alguns praticantes tocam no corpo ou mantêm as mãos próximas do local a ser tratado. Alguns pacientes relatam sentir várias sensações subjectivas e objectivas: calor, frio, pressão, sonolência, etc. Os praticantes de Reiki atribuem estas sensações à energia Reiki enchendo o corpo e a aura de quem a recebe e a reparar as suas deficiencias energéticas, reparando e abrindo os seus canais energéticos (meridianos), e removendo bloqueios. Outros pacientes relatam sentir muito pouca ou nenhuma alteração.

Os cinco princípios do Reiki

No dia de hoje, não me preocuparei.
No dia de hoje, não me aborrecerei.
No dia de hoje, agradecerei minhas várias bênçãos e honrarei meus pais, mestres e amigos.
Ganharei meu pão diário honestamente.
Demonstrarei gratidão e bondade para com tudo o que é vivo.

Reiki enquanto terapia

O Reiki é considerado complementar a qualquer tratamento convencional. Apenas influenciaria a forma como o corpo gera as suas próprias reservas de energia, ajudando-o a compensar-se e equilibrar-se. Hoje em dia o Reiki tem se difundido entre os diversos profissionais da área da saúde. Ao equilibrar-se, o corpo garantiria o processo da auto-cura mais efetivamente, prolongando assim a longevidade. Muitos atribuem a grande longevidade dos anciões da China e do Japão à manipulação do Chi, apesar desse fenômeno poder ser explicado por outros fatores genéticos e ambientais. Acredita-se que o reiki teria efeito mais profundo se o praticante emanar amor naquilo que faz. Defensores da prática defendem a disseminação do seu uso em instituições de saúde.

Fonte: pt.wikipedia.org


ANANDA YESHE DORJE- Terapeuta Holístico

(35) 8411-7064

Nas mãos do terapeuta está o caminho, na mente do cliente está à cura!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

cromoterapia

Cromoterapia

Várias foram as civilizações antigas, como a egípcia, a grega, a indiana, a chinesa e outras que fizeram uso das cores para tratamento de saúde.
Na China e na Índia a cor era mais relacionada à Mitologia e à Astrologia. Na Grécia muitos filósofos-médicos foram absorver o conhecimento da ciência médica na fonte egípcia, com os sacerdotes-médicos.

Imhotep

A Cromoterapia está intimamente ligada ao antigo Egito assim como a própria Medicina. O vínculo da Medicina ao Egito data de 2800 a.C. com IMHOTEP, considerado o Pai Universal da Medicina, pois foi ele quem escreveu os primeiros livros de Medicina, em rolos de papiros. E também foi ele quem fundou a primeira Escola de Medicina.

Hipócrates

Séculos mais tarde, Hipócrates (460-377 a.C.), médico grego, esteve no Egito estudando a matéria Médica com os sacerdotes-médicos, durante três anos. De retorno a Cós, sua cidade natal, fundou a primeira Escola de Medicina da Grécia e elaborou o Juramento Médico baseado nos escritos de Imhotep.

Também o tratamento médico com o uso de cores iniciou no Egito, conforme pesquisas do Dr. Paul Galioughi, autor do livro “La Médicine des Pharaons”, onde relata como os sacerdotes-médicos tratavam os doentes com as cores, utilizando-se de flores e pedras preciosas.

Então, podemos dizer que a Cromoterapia nasceu no antigo Egito; adormeceu milênios; e ressurge como uma Medicina-energética, assim como a Homeopatia e a Acupuntura.

Define-se Cromoterapia como a ciência que utiliza as cores do Espectro Solar para restaurar o equilíbrio físico-energético em áreas do corpo humano atingidas por alguma disfunção.

As 7 cores do Espectro são:

- VERMELHO
- LARANJA
- AMARELO
- VERDE
- AZUL
- ANIL
- VIOLETA

A Cromoterapia está fundamentada em três ciências
Medicina A arte de curar;
Física Ciência que estuda as transformações da energia, em especial no capítulo dedicada à natureza da luz: sua origem no espectro eletromagnético e seus elementos, como comprimento de onda, freqüência e velocidade;
Bioenergética Ciência que demonstra a existência do corpo bioenergêtico, analisando a energia vital.

A Cromoterapia traz benefícios aos portadores de qualquer disfunção, começando por aliviar as dores e finalmente pela recuperação dos pacientes, na maioria das doenças.

Salienta-se a eficácia da Cromoterapia no tratamento da ENXAQUECA, doença que atinge um terço da população mundial adulta, conforme estatística da OMS (Organização Mundial de Saúde). A causa principal da Enxaqueca é energética (entrada de energia cósmica pela região occipital), mas pode estar aliada a uma disfunção orgânica como tensão pré-menstrual, má digestão, sinusite, problemas de visão, obstrução das carótidas que conduzem o sangue até os neurônios, compressão das vértebras da coluna cervical, etc...

A Cromoterapia faz o equilíbrio do fluxo energético e trata a causa física, eliminando a dor e restabelecendo a saúde após uma série de aplicações, numa média de dez a quinze.
A CROMOTERAPIA consta da relação das principais terapias alternativas ou complementares reconhecidas pela OMS em 1976, de acordo com a Conferência Internacional de Atendimentos Primários em Saúde de 1962, em Alma-Ata. Essa relação foi ratificada pela OMS em 1983, através do Diretor Geral da World Health Organization-OMS, Dr. Halfdan Mahler, e pelo Diretor do Programa de Medicinas Tradiconais da OMS, Dr. Robert Bannerman.

Fonte: www.cromoterapia.org.br


YESHE DORJE- TERAPEUTA HOLÍSTICO

"Nas mãos do terapeuta está o caminho, na mente do cliente está à cura"

(35) 8411-7064

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Aceite.......


Eis um "mantra" que deveríamos repetir todos os dias: O QUE É, É!. Só isso, aceitar sem querer mudar as pessoas ou a situação. A mente nos leva a sempre querer encontrar uma saída, dar um jeito.Nesse momento e diga:-Parou!! Tudo é como é e pronto. Não sou eu quem faço, sou parte do que é feito.
Sem aceitação não há compreensão, já experimentou isso?Sempre estamos agindo, correndo, fazendo...Hoje em dia o mundo te impõe muitos "fazeres" e com isso nunca estamos satisfeitos, preenchidos, repletos daquilo que a alma precisa. Estamos num emaranhado se sentimentos e emoções que aos poucos vai acabando com a gente, sendo somatizados em doença, bloqueios, em pensamentos deludidos e depressivos. Por quê disso? Criamos expectativas, construimos nosso mundinho, e no decorrer da vida as coisas se apresentam tais como são, daí vem a decepção!
Então a partir de agora, aceite!
Olha pra si e veja onde você não enfrenta, não encara. Parar de colocar a culpa no externo, parar de usar o SE, se eu fosse, se eu tivesse, se eles me reconhecessem... Primeiro vem a aceitação, com ela vem a paz, com a paz vem a compreensão e finalmente; com a compreensão vem a solução.
Aceitar é simplesmente ser, ser vazio..ja experimentou isso? Pergunte-se:-Quem é você? E responda:-Não sei, não sou ninguém. Sinta o vazio, de nao precisar acertar sempre, ser quem você é agora! Isso é tudo.

Grande abraço e muita luz sempre. Que essas palavras lhe tragam benefícios e consciência.

Yeshe Dorje-Terapeuta Holístico
"Nas mãos do terapeuta está o caminho, na mente do cliente esta a cura!"
www.curadorsupremo.blogspot.com

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Auto-Estima do Terapeuta








Pare de se diminuir você é um terapeuta da mais antiga medicina do planeta, um terapeuta da tradição seríssima dos pés descalços chineses, um terapeuta holístico. É um líder, um diferencial no mundo.

Com o que você aprendeu na formação em Naturopatia ou Terapeuta Holístico, com a bibliografia indicada, os estágios, os ambulatórios, e principalmente os sat-sangs onde você se reconhece, se liberta e se solta; você está muito bem preparado para cuidar de pessoas que te procurarão buscando felicidade e serem saudáveis e equilibradas através das técnicas fantásticas da naturopatia e medicina tradicional chinesa que hoje mais do que nunca são repetidamente louvadas e respeitadas na literatura científica, médica, psicológica, fisiológica, etc. Desde as mais profundas revistas científicas, até os periódicos semanais de bancas de jornal, só encontramos referências positivas do nosso trabalho.Você é um aluno Formado! Você foi até o final daquilo que se propôs e é formado não em uma escola qualquer, mas na Humaniversidade, uma escola de tradição no Brasil e que agrega em seu quadro de Professores, profissionais de competência e experiência destacada. Você não improvisou nem é um desses que lêem uns livrinhos populares de terapia ou fazem cursos de um final-de-semana e já saem a atender ou até, pasmem, a dar aulas de Shiatsu, Naturopatia, Yoga, Reiki, etc... Não! Você se formou, freqüentando as aulas, apresentando trabalhos, passou por ambulatórios e sat-sangs recebeu um certificado valioso assinado pela Diana Prem e por mim.

Assuma seu mérito, sua auto-estima que lhe está reservada. Digo isto ao teu ser e não ao teu ego. Você vem da tradição dos médicos de pés descalços da Antiga China e Índia. Faça-se digno e orgulhoso dessa honraria e privilégio de pertencer a tão nobre profissão e ideal que agrega em si Ética, Responsabilidade, Ecologia, Preocupação com o próximo e mais uma infinidade de qualidades pouco encontradas em outras atividades e profissões. Um terapeuta como você é gentil, generoso, verdadeiro, carismático e essencial ao planeta.

Como terapeuta você foi até o fim em sua formação enfrentando possíveis obstáculos pessoais e até mesmo algumas dificuldades que ocorreram na tua turma, você é um vencedor, mesmo perdendo emprego, com problemas familiares, etc. Você deu um jeito e foi até o fim. Você não se deixou seduzir por cursos e "formações" a jato na área terapêutica que surgem a todo o momento prometendo milagres, você não se deixou envolver com ideologias como cura pelo cuspe, cristais mágicos e gnomos falantes, anéis atlantes, confrei, invocação de anjos lemurianos ou seja lá o que for! Terapeutas como você são motivos de orgulho para mim e imprescindíveis para nosso planeta.

Felizmente são pouquíssimos os que entram na nossa egrégora e por indecisão ou obstáculos acabam desistindo. Eu os compreendo porque quando era adolescente também fui tentado a não mergulhar de cabeça nessa área e não me formar um terapeuta. Por isso que escrevo esse alerta. É uma advertência amiga a ti que é um terapeuta, passe adiante.

Se um de nossos alunos no início da formação troca a naturopatia por outra coisa qualquer, admite-se.

Ele veio se matricular por um chamado de sua alma mais "acha" que foi por curiosidade ou até por consumismo. Se abandona a jornada não sabe o que está perdendo em não se formar num curso longo e sério. Respeito seu livre arbítrio, temperamento e gosto. Eu mesmo quando iniciei essa minha formação há 18 anos na escola de Massagem Oriental, trabalhava na Votorantin e poderia escolher até hoje trabalhar, cobrando juros de quem não pagava em dia alumínio, enfim são escolhas. Quem me conhece hoje, não consegue imaginar isso, mas poderia ter sido assim. Como terapeuta formado tive liberdade de horários, de patrão, de ver o resultado de meus atendimentos nos olhos do paciente, mas poderia ter não seguido esse caminho e como estaria hoje se estivesse vivo, é claro? Outro dia um guri que trabalhou comigo me cumprimentou pela minha coragem de seguir esse caminho. Coragem eu? Não seria ele um covarde?

Há ainda os alunos que trocam nossa formação por Bioenergética, Teatro, Biodança, Tai-chi, coisas assim profundas, digo que ele foi honesto consigo mesmo e fez (até que enfim!) sua escolha. Isso, é claro, se a partir de agora ele levar a sério sua nova profissão e/ou opção.

O que não entendo é alguém trocar cursos longos, com vários professores, estágios, avaliações, seriedade, e profissão não careta, etc, por supostas formações a jato ou cursos pela metade e trabalho que nada tem a ver com sua alma ou vocação. O aluno mal formado, preguiçoso e irresponsável.

Além de me decepcionar profundamente não terá um amálgama de técnicas terapêuticas para atender os seus pacientes. Há 20 anos nesta área já recebi massagem de profissionais que somente me passaram óleo no corpo, não tinham firmeza no toque, nem confiança no que faziam, receitavam florais absurdos e nada sabiam de meridianos, não tinham criatividade alguma nem mesmo para criarem nomes para seus núcleos ou cursos - preferiam copiar currículos e outros itens de escolas terapêuticas sérias. Tive também muitos alunos que nas primeiras dificuldades na formação abandonaram a mesma, uma por antipatia com um professor, uma por dificuldade na recepção ou um mal entendido qualquer, etc. Eu, que não sou exemplo de persistência, para ninguém, quando me formei em várias escolas de Artes Marciais aprendi a superar pequenas barreiras dos professores e me fixar no que tinham de melhor para me ensinar e hoje eu sei que fiz certo em persistir tinha um sonho o como dizia o poeta "quem tem um sonho não dança".

É claro que pessoas que só reclamam, discutem, faltam às aulas, não se trabalham, não são legais em nossa formação, pois lançam seu vírus de insatisfação sobre seus colegas mais vulneráveis. Queremos em nossas fileiras só pessoas que tenham metas saudáveis, que queiram fazer diferença no mundo, pessoas que eu possa confiar quando emitir um certificado e sentir alegria quando eu der um abraço no último dia de aula, onde se faz o ritual final de iniciação ao aluno na tradição terapêutica Indiana e Chinesa.

Eu sei que você é uma pessoa que posso confiar e que será sempre um ótimo Terapeuta. Assim, saiba que esta carta é uma circular enviada para milhares de alunos. Logo o que está aqui escrito não é pessoal e não se refere a você, mas de um modo geral a todos nós como profilaxia e reflexão.

Um abraço no seu coração Otávio Leal.


Ananda Yeshe Dorje- Terapeuta Holístico

(35)8411-7064

"Nas mãos do terapeuta está o caminho, na mente do cliente está à cura"

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Feliz Natal e Feliz 2009

Desejo à você um santo natal e um ano com muitas realizações, saúde, paz e amor. Que a prosperidade material e espiritual seja constante em sua vida. Felicidades , Namastê.

Ananda Yeshe Dorje-Terapeuta Holístico

"Nas Mãos do terapeuta está o caminho, na mente do cliente está à cura"(Ananda Yeshe Dorje)

(35)8411-7064

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

O Terapeuta e o Cliente


1ª. SER ACEITO. Como todo ser humano, o Cliente espera ser aceito pelo Terapeuta Holístico como ele é, sem censura, julgamento ou discriminação.

2ª. SER CONSIDERADO COMO ESPECIAL. Faça com que ele se sinta especial e único em sua presença. Em troca ele lhe dará credibilidade e confiança. E boca-a-boca positivo.

3ª. SER OUVIDO COM ATENÇÃO. Quando ele estiver falando com você, importe-se com ele e demonstre isso demonstrando que o está escutando com atenção.


4ª. SER COMPREENDIDO. É dever do Terapeuta Holístico entender o que o Cliente tenta nos dizer. Se não tiver certeza, pergunte novamente. Ele é leigo, o profissional é você!

5ª. SER TOCADO. Há carência de toque físico no mundo de hoje. Um aperto de mão educado e sincero ou até mesmo um abraço de cortesia em alguns casos é muito importante para o fortalecimento da relação Terapeuta Holístico-Cliente.


Ananda Yeshe Dorje - Terapeuta Holístico
"Nas mãos do terapeuta está o caminho, na mente do cliente está à cura"

**Veja abaixo as técnicas detalhadas das terapias.
anders_om@yahoo.com.br

(35)8411-7064

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Nas mãos do terapeuta esta o caminho, na mente do cliente esta a cura!

REIKI é muito simples, acessível a qualquer pessoa, sem rituais, dogmas ou conceitos filosóficos, não dependendo de qualquer tipo de crença ou concepção religiosa para promover a cura.A Técnica REIKI é aplicada sem ou com toques suaves pelo corpo em pontos energéticos, desfazendo nós, promovendo relaxamento e ativando o sistema imunológico. São toques de mãos que depois da iniciação do aluno, se tornam em instrumentos direcionadores da Energia Vital Universal que chamamos de REIKI
A PSICOTERAPIA HOLÍSTICA tem como objetivo uma maximização da qualidade de vida do cliente, através do autoconhecimento e, para isso, utiliza-se de técnicas, sendo a mais básica o aconselhamento. Aconselhamento que, antes de ser “dar conselhos”, é saber ouvir, é convite à reflexão, é conversa terapêutica que ouve sem julgar, pontua tópicos relevantes conduzindo a uma empatia entre terapeuta holístico e cliente a fim de conseguir resultados satisfatórios que irão influenciar beneficamente a vida do cliente.
Terapia Corporal é um processo de auto-conhecimento, que proporciona o equilíbrio emocional, físico e espiritual. Trabalhando a concentração mental, sistema respiratório, alongamento muscular e relaxamento.


Criados por um médico inglês nos anos 30, os Florais de Bach são 38 essências de plantas e florais que podem ajudá-lo a administrar as pressões emocionais do dia-a-dia. Cada floral é indicado a uma emoção específica. Pode ser tomando individualmente ou misturado de acordo com o que estiver sentindo.
A Cromoterapia é a ciência que emprega as diferentes cores para alterar ou manter as vibrações do corpo naquela frequência que resulta em saúde, bem estar e harmonia. A cor é fundamental em qualquer sistema de cura.
Manifesta-se no corpo físico e nas emoções, levando reflexos para a mente (Tranqüiliza) e o espírito (Harmoniza). Trata-se de um profundo contato energético, visando desenvolver a propriocepção e a sensibilidade. Um sistema revolucionário que tem o poder de curar o corpo, a mente e a alma.(espaço metamorfose)
A Aromaterapia consiste em tratar as doenças com a ajuda de óleos extremamente concentrados extraídos dos vegetais. Esses extratos chamados essências ou óleos essenciais contêm as substâncias que dão perfume às plantas e, por isso, seu odor é a característica principal.


Yeshe Dorje-Terapeuta Holístico
anders_om@yahoo.com.br
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