quinta-feira, 26 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Tulku Lobsang
Sejam como um yogi.
Sabem, meus amigos, ao dizer: ?Não se protejam?, é sabedoria louca. Mas se se protegem, isso é uma estupidez. Façam a vossa escolha! Querem ser loucos ou querem ser estúpidos? Os Yogis dizem: - ?Tu pensas que sou louco e eu penso que tu és louco. Mas eu estou louco de amor e tu estás louco de sofrimento?.
Se queremos ser felizes, também precisamos de ser loucos. A felicidade vem com a loucura. Mente louca, sem medo. Este é um grande método para libertar a mente. Libertem-se do medo e sintam-se seguros. Pensam que sou eu o louco? Ou são vocês que estão loucos?
Ha!Ha!
Tulku Lobsang
Sabem, meus amigos, ao dizer: ?Não se protejam?, é sabedoria louca. Mas se se protegem, isso é uma estupidez. Façam a vossa escolha! Querem ser loucos ou querem ser estúpidos? Os Yogis dizem: - ?Tu pensas que sou louco e eu penso que tu és louco. Mas eu estou louco de amor e tu estás louco de sofrimento?.
Se queremos ser felizes, também precisamos de ser loucos. A felicidade vem com a loucura. Mente louca, sem medo. Este é um grande método para libertar a mente. Libertem-se do medo e sintam-se seguros. Pensam que sou eu o louco? Ou são vocês que estão loucos?
Ha!Ha!
Tulku Lobsang
Mantraterapia
Mantraterapia
Recitamos
e meditamos sobre o mantra, que é o som iluminado, a fala da divindade, a união
do som com a vacuidade. Ele não possui uma realidade intrínseca, é simplesmente
a manifestação do som puro, experienciado simultaneamente com sua vacuidade.
Através do mantra, não nos apegamos mais à realidade da fala e do som
encontrados no cotidiano, mas os experienciamos como sendo vazios. Então, a
confusão do aspecto da fala de nosso ser é transformada na consciência
iluminada. A relação entre a fala, a respiração e o mantra pode ser melhor
demonstrada através do método pelo qual o mantra funciona. Um mantra é uma
série de sílabas cujo poder reside em seu som; através da pronunciação
repetida, pode-se obter controle sobre uma determinada forma de energia. A
energia do indivíduo está fortemente ligada à energia externa, e uma pode
influenciar a outra. É possível influenciar a energia externa, efetuando os
assim chamados "milagres". Tal atividade é realmente o resultado de
se ter controle sobre a própria energia, através do qual se obtém a capacidade
de comando sobre fenômenos externos.
Atendimento em Novo Hamburgo
(51)3037-2647/9175-8509
yeshedorje@zipmail.com.br
domingo, 15 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Bodhitcharyavatara
CAMINHO PARA A ILUMINAÇÃO
GUIA PARA O MODO DE VIDA DO BODHISATTVA
Shantideva
coletivamente conhecido como lojong, ou "treinamento da mente". É uma categoria de
textos religiosos que tratam basicamente de duas preocupações fundamentais da obra
de Shantideva, o cultivo da mente altruísta do despertar e a geração de uma profunda
percepção sobre a natureza da realidade. A estrofe seguinte está agora quase
imortalizada por causa das reiteradas declarações do Dalai Lama que é a maior fonte de
sua inspiração: "Por tanto tempo quanto o espaço durar e por tanto tempo quanto os
seres vivos existirem, que eu possa até lá também esperar para dissipar a miséria do
mundo."
[Adaptado de A Arte de Lidar coma Raiva: O Poder da Paciência. Sua Santidade o Dalai Lama, tradução de
A. B. Pinheiro de Lemos, a partir da tradução para o inglês do Geshe Thubten Jinpa. Rio de Janeiro:
Campus, 2001. Pág. 15-17.]
preguiçoso a quem chamavam Bhusuku ("o que só sabe comer, dormir e defecar").
Todos achavam imoral alimentar esse "parasita" com as oferendas dos fiéis e decidiram
fazer tudo se livrar dele.
Tendo-se posto de acordo, os monges proclamaram que cada um por sua vez devia
pregar o Dharma. Pensavam assim que, para evitar ser humilhado, Bhusuku fugiria. Mas
não só isso não aconteceu como, apesar da insistência dos seus colegas impacientes
para o ridicularizar, ele recusou-se a pregar, argumentando a sua ignorância. O caso foi
levado ao abade, que decidiu que o monge recalcitrante se submetesse à regra.
No grande átrio do templo prepararam então um trono inusitadamente alto,
dispuseram um altar com numerosas oferendas e convocou-se a assembléia completa
dos monges.
À hora prevista convidaram o "parolo" para se sentar. De repente, sem que ninguém se
desse conta de como, Shantideva estava sentado em cima desse trono desmesurado.
Alguns começaram a se sentir pouco à vontade. Shantideva perguntou, "Devo comentar um texto conhecido ou devo dar um ensinamento inédito?" Os panditas olharam-se, surpreendidos e trocistas, e responderam, "A vossa aptidão a dormir e as vossas outras maneiras são realmente extraordinárias; o melhor é manter essa tradição específica. Improvisai-nos um discurso." Então, Shantideva expôs o Caminho da Iluminação (Bodhicharyavatara), também conhecido como Guia para o Modo de Vida do Bodhisattva (Bodhisattvacharyavatara), menor que o seu Compêndio das Instruções e mais detalhado que o seu Compêndio dos Sutras.Enquanto ensinava, a assistência, estupefata, viu Manjushri majestosamente sentado no céu e concebeu uma grande fé. Quando chegou à estrofe Quando nem a realidade nem a não-realidade deixam de se apresentar à mente, então, na ausência de qualquer outra atitude possível, a mente liberta de conceitos tranqüiliza-se. [Capítulo 9, estrofe 34] Shantideva elevou-se lentamente no céu com Manjushri, cada vez mais alto, até se tornar invisível. No fim do Caminho para a Iluminação, só se ouvia a sua voz. Os panditas, cuja memória tinha a reputação de infalível, imediatamente puseram o seu discurso por escrito, mas uns encontraram-se com setecentas estrofes, outros com mil e outros com mais ainda. A versão dos panditas de Kashmir tinha nove capítulos e setecentas estrofes, a versão dos panditas de Magadha tinha dez capítulos e mil
estrofes. No seu discurso (capítulo 5, estrofes 105-106), Shantideva tinha dito que
lessem continuamente o Compêndio das Instruções ou então que se estudasse, como
abreviado, o Compêndio dos Sutras. Ambos os textos eram desconhecidos de todos. Dois panditas de memória infalível decidiram procurar Shantideva. Depois de muitas buscas encontraram-no no sul da
Índia, meditando junto a um relicário (stupa). Explicaram-lhe então longamente as
VI
razões da sua visita. Shantideva disse-lhes que a versão autêntica era a dos panditas de Magadha e que os dois compêndios estavam em Nalanda, nas traves do telhado da sua cela. Encantados, voltaram a Nalanda e encontraram no lugar indicado os dois manuscritos, escritos na fina caligrafia dos panditas. De novo voltaram para junto de Shantideva, que lhes explicou o sentido desses textos. A existência extraordinária de Shantideva progrediu sempre. Percorreu a Índia realizando milagres, salvou milhares de pessoas da fome multiplicando o alimento, curou doentes e feridos, deu fé aos incrédulos e viveu como um perfeito Bodhisattva. [Adaptado de O Caminho para a Iluminação — Bodhicaryavatara. Coleção Espiritualidades, série Budismo, sob a direção do Ogyen Kunzang Chöling. Escrito por Shantideva, tradução para o português por Filipe Valente Rocha e outros praticantes da escola do Budismo tibetano Ogyen Kunzang Chöling. Lisboa: Livros
e Leituras, 1998. Pág. 51-57. O texto foi gentilmente transcrito por Sherab Chötso.]
GUIA PARA O MODO DE VIDA DO BODHISATTVA
Shantideva
coletivamente conhecido como lojong, ou "treinamento da mente". É uma categoria de
textos religiosos que tratam basicamente de duas preocupações fundamentais da obra
de Shantideva, o cultivo da mente altruísta do despertar e a geração de uma profunda
percepção sobre a natureza da realidade. A estrofe seguinte está agora quase
imortalizada por causa das reiteradas declarações do Dalai Lama que é a maior fonte de
sua inspiração: "Por tanto tempo quanto o espaço durar e por tanto tempo quanto os
seres vivos existirem, que eu possa até lá também esperar para dissipar a miséria do
mundo."
[Adaptado de A Arte de Lidar coma Raiva: O Poder da Paciência. Sua Santidade o Dalai Lama, tradução de
A. B. Pinheiro de Lemos, a partir da tradução para o inglês do Geshe Thubten Jinpa. Rio de Janeiro:
Campus, 2001. Pág. 15-17.]
preguiçoso a quem chamavam Bhusuku ("o que só sabe comer, dormir e defecar").
Todos achavam imoral alimentar esse "parasita" com as oferendas dos fiéis e decidiram
fazer tudo se livrar dele.
Tendo-se posto de acordo, os monges proclamaram que cada um por sua vez devia
pregar o Dharma. Pensavam assim que, para evitar ser humilhado, Bhusuku fugiria. Mas
não só isso não aconteceu como, apesar da insistência dos seus colegas impacientes
para o ridicularizar, ele recusou-se a pregar, argumentando a sua ignorância. O caso foi
levado ao abade, que decidiu que o monge recalcitrante se submetesse à regra.
No grande átrio do templo prepararam então um trono inusitadamente alto,
dispuseram um altar com numerosas oferendas e convocou-se a assembléia completa
dos monges.
À hora prevista convidaram o "parolo" para se sentar. De repente, sem que ninguém se
desse conta de como, Shantideva estava sentado em cima desse trono desmesurado.
Alguns começaram a se sentir pouco à vontade. Shantideva perguntou, "Devo comentar um texto conhecido ou devo dar um ensinamento inédito?" Os panditas olharam-se, surpreendidos e trocistas, e responderam, "A vossa aptidão a dormir e as vossas outras maneiras são realmente extraordinárias; o melhor é manter essa tradição específica. Improvisai-nos um discurso." Então, Shantideva expôs o Caminho da Iluminação (Bodhicharyavatara), também conhecido como Guia para o Modo de Vida do Bodhisattva (Bodhisattvacharyavatara), menor que o seu Compêndio das Instruções e mais detalhado que o seu Compêndio dos Sutras.Enquanto ensinava, a assistência, estupefata, viu Manjushri majestosamente sentado no céu e concebeu uma grande fé. Quando chegou à estrofe Quando nem a realidade nem a não-realidade deixam de se apresentar à mente, então, na ausência de qualquer outra atitude possível, a mente liberta de conceitos tranqüiliza-se. [Capítulo 9, estrofe 34] Shantideva elevou-se lentamente no céu com Manjushri, cada vez mais alto, até se tornar invisível. No fim do Caminho para a Iluminação, só se ouvia a sua voz. Os panditas, cuja memória tinha a reputação de infalível, imediatamente puseram o seu discurso por escrito, mas uns encontraram-se com setecentas estrofes, outros com mil e outros com mais ainda. A versão dos panditas de Kashmir tinha nove capítulos e setecentas estrofes, a versão dos panditas de Magadha tinha dez capítulos e mil
estrofes. No seu discurso (capítulo 5, estrofes 105-106), Shantideva tinha dito que
lessem continuamente o Compêndio das Instruções ou então que se estudasse, como
abreviado, o Compêndio dos Sutras. Ambos os textos eram desconhecidos de todos. Dois panditas de memória infalível decidiram procurar Shantideva. Depois de muitas buscas encontraram-no no sul da
Índia, meditando junto a um relicário (stupa). Explicaram-lhe então longamente as
VI
razões da sua visita. Shantideva disse-lhes que a versão autêntica era a dos panditas de Magadha e que os dois compêndios estavam em Nalanda, nas traves do telhado da sua cela. Encantados, voltaram a Nalanda e encontraram no lugar indicado os dois manuscritos, escritos na fina caligrafia dos panditas. De novo voltaram para junto de Shantideva, que lhes explicou o sentido desses textos. A existência extraordinária de Shantideva progrediu sempre. Percorreu a Índia realizando milagres, salvou milhares de pessoas da fome multiplicando o alimento, curou doentes e feridos, deu fé aos incrédulos e viveu como um perfeito Bodhisattva. [Adaptado de O Caminho para a Iluminação — Bodhicaryavatara. Coleção Espiritualidades, série Budismo, sob a direção do Ogyen Kunzang Chöling. Escrito por Shantideva, tradução para o português por Filipe Valente Rocha e outros praticantes da escola do Budismo tibetano Ogyen Kunzang Chöling. Lisboa: Livros
e Leituras, 1998. Pág. 51-57. O texto foi gentilmente transcrito por Sherab Chötso.]
terça-feira, 15 de maio de 2012
Pare de se sentir culpado
Claro que, quando erramos, temos que nos desculpar. Ser humilde e reconhecer os próprios erros faz parte da vida. Mas, muitas vezes, nos sentimos culpadas sem termos feito nada errado! Veja como se livrar desse sentimento e sinta um alívio instantâneo
Você já reparou que a grande maioria das pessoas vive às voltas com a culpa? Culpa por não dar a atenção devida ao amigo. Culpa por não acolher tal pessoa. Culpa por ter (ou não) tomado tal atitude… Os motivos variam, mas lá está a culpa sempre nos atormentando.
Pois eu digo que a paz interior só será conquistada se você ouvir a própria alma e der espaço para o bom-senso. A culpa, minha gente, assim como a tristeza, a angústia, a pena e todas as sensações ruins, são puro sentimentalismo.
A sociedade nos obriga a sermos bonzinhos, e sofremos com essa imposição. A culpa traz dor e desconforto. Significa que estamos agindo inadequadamente, dando uma farta atenção às cobranças infundadas que são feitas nas nossas vidas. “Você tem que ser assim, você tem que fazer assado”, nos dizem.
Por exemplo: temos que fazer algo pelo outro porque ele é coitadinho. A ameba do “tem que” aparece e diz que você “tem que ajudar’. Ela pressiona, traz a culpa e você acaba cedendo. Veja bem: culpa nada tem a ver com a sua vontade, que é genuína e vem da alma.
Quando a gente dá ouvidos a essas amebas perdemos o entusiasmo, bloqueando nossos caminhos. Ora, dê uma basta nisso. Lembre-se: você não é obrigada a fazer nada que sua alma não queira de fato.
Você notará um alívio ao ficar em sintonia com sua alma. Não importa o que dizem a seu respeito. Você está bem consigo mesma. Com o tempo, sentirá ainda mais coragem pra ser autêntica com as pessoas. Pare de pedir desculpas e assuma-se. O respeito por si mesma fará você aperfeiçoar suas habilidades sem sofrer.
Agora você pode perguntar: como ficar do lado da minha alma? Simplesmente sendo você mesma! Confie no próprio taco, não faça tipos para agradar ninguém, faça só o que gosta. Quem não está bem consigo mesmo, não vai pra frente. Quem está, se realiza.
Meu recado é: ouça a voz que vem do seu coração. Não subestime sua intuição. O desafio é administrar a nossa alma de um lado e, do outro, tudo o que se aprendeu e as cobranças. Imponha-se! Assim, você encontrará a paz e se libertará das falsas culpas.
(Gasparetto)
sábado, 12 de maio de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Mantras
O Mantra Fortalece
a Fé
Receber um mantra não vai, de modo algum, causar conflito com
a sua fé religiosa. Pelo contrário, irá ajudá-lo
a fortalecer a sua própria fé. Há mantras específicos
para os caminhos do cristianismo, do islamismo, do budismo, do jainismo,
etc.
A função básica de um mantra é acalmar,
focalizar, silenciar e purificar a mente. Por se tratar de uma fórmula
sagrada, quando repetimos estes sons divinos, consciente ou inconscientemente,
nossas emoções, pensamentos, desejos – na realidade,
todo o nosso ser – automaticamente se voltam em direção
ao Divino. Finalmente, o mantra pode servir como escada para o Ser Supremo
e para a realização da nossa verdadeira natureza.
Benefícios
do Mantra
O uso sincero e consistente do seu mantra tende a:
1. ajudar a reduzir preocupações, medos e ansiedades
2. aumentar a concentração, a atenção e
a consciência
3. melhorar a saúde mental e física
4. aumentar a energia vital
5. criar harmonia, tanto nos relacionamentos com os outros, como consigo
mesmo
6. sintonizá-lo com o Divino, criando uma forte ligação
entre si e Deus
7. acelerar a sua revelação espiritual
8. levá-lo a atingir a bem-aventurança suprema.
Amma
domingo, 1 de abril de 2012
Sutra do Coração
The Maha Prajna Paramita Hrdaya Sutra em Sânscrito
|
| O Heart Sutra em Sânscrito |
O Heart Sutra em Sânscrito
| ARYAVALOKITESHVARO BODHISATTVO GAMBHIRAYAM PRAJNAPARAMITAYAM CHARYAM CHARAMANA EVAM VYALOKAYATI SMA PAMCHA SKAMDHASTAMSHCHA SVABHAVASHUNYAN PASHYATI SMA EVAM SHARIPUTRA RUPAM SHUNYATA SHUNYATAIVA RUPAM RUPANNAPRITHAK SHUNYATA SHUNYATAYA NA PRITHAGRUPAM YADRUPAM SA SHUNYATA YA SHUNYATA TADRUPAM EVAM VEDANASAMJNASAMSKARAVIJNANANI CHA SHUNYATA EVAM SHARIPUTRA SARVADHARMA SHUNYATALAKSHANA ANUTPANNA ANIRUDDHA AMALA VIMALA ANUNA ASAMPURNARI TASMACH CHHARIPUTRA SHUNYATAYAM NA RUPAM NA VEDANA NA SAMJNA NA SAMSKARA NA VIJNANAM NA CHAKSHURNASHROTRAM NA GHRANAM NA JIVHA NA KAYO NA MANO NA RUPAM NA SHABDO NA GAMDHO NA RASO NA SPRASH-AVYAM NA DHARMARI NA CHAKSHURDHATURYAVANNA MANODHATURNA DHARMADHATURNA MANOVIJNANADHATURI NA VIDYA NAVIDYA NA KSHAYO YAVANNA JARAMARANAM NA JARAMARANAKSHAYARI NA DURIKHASAMUDAYANIRODHAMARGA NA JNANAM NA PRAPTIRNAPRAPTIRI TASMACHCHHARIPUTRA APRAPTIRTITVENA BODHISATTVANAM PRAJNAPARAMITAMASHRITYA VIHARATI CHITTAVARANARI CHITTAVARANANASTITVADATRASTO VIPARYASATIKTAMTO NISH-HNIRVANARI TRYADHVAVYASTHITA SARVABUDDHARI PRAJNAPARAMITAMASHRITYANUTTARAM SAMYAKSAMBODHIMABHISAMBUDDHARI TASMAJJNATAVYARI PRAJNAPARAMITAMAHAMANTRO MAHAVIDYAMANTRO 'NUTTARAMANTRO 'SAMASAMAMANTRARI SARVADURIKHAPRASHAMANAMANTRARI SATYAMAMITHYATVAT PRAJNAPARAMITAYAMUKTO MANTRARI TADYATHA GATE GATE PARAGATE PARASAMGATE BODHI SVAHA O Heart Sutra em Português Quando o bodhisattva Avalokiteshvara praticava profundamente a perfeição da sabedoria, viu claramente que os cinco agregados [forma, sensações, percepções, vontade, consciência] são vazios em sua natureza. Assim, libertou-se de todas as tristezas e sofrimentos. Ó Shariputra, a forma é vacuidade, a vacuidade é a forma. A forma não é outra senão a vacuidade, a vacuidade não é outra senão a forma. As sensações, percepções, vontade e consciência também são assim. Ó Shariputra, todos os fenômenos são vacuidade. Não aparecem nem desaparecem, não são impuros nem puros, não crescem nem diminuem. Portanto, na vacuidade não há forma, sensação, percepção, vontade, consciência; não há olho, ouvido, nariz, língua, corpo, mente; não há cor, som, odor, sabor, tato, fenômeno; não há [reino dos sentidos, desde] o reino da visão até o reino da mente; não há [elos da existência dependente, desde] a ignorância e o fim da ignorância até a velhice-e-morte e a fim da velhice-e-morte; não há [as Verdades Nobres sobre] o Sofrimento, a Origem, a Cessação, o Caminho; não há sabedoria, nem ganho, nenhum ganho. Sem o que ganhar, o Bodhisattva permanece na perfeição da sabedoria e não tem obstáculos em sua mente. Sem obstáculos e, portanto, sem medo, ele fica bem distante das delusões; isto é o nirvana. Todos os Buddhas dos três tempos, através da perfeição da sabedoria, alcançam a a iluminação insuperável, completa e perfeita. Portanto, saiba que o mantra da perfeição da sabedoria é um mantra de grande divindade, um mantra de grande sabedoria, um mantra insuperável, um mantra inigualável, capaz de eliminar todo sofrimento; isto é verdade, não é mentira. Então, proclame o mantra da perfeição da sabedoria, o mantra que diz: GATE GATE PARAGATE PARASAMGATE BODHI SVAHA Isto completa o Coração da Venerável Perfeição da Sabedoria. |
sábado, 17 de março de 2012
Porque me cobro Tanto
Por que eu me cobro tanto?
Quantas vezes nos deparamos com a cobrança interna, de que temos de mudar para melhorar? É o desejo de querer a perfeição e não se contentar com menos. Apesar da enorme valia dessa exigência para o desenvolvimento pessoal e também da Humanidade, você já parou para pensar o quanto essa corrida desenfreada por algo que consideramos como meta nos causa problemas?
Pode ser uma meta bem superficial e externa, tipo "Enquanto eu não tiver aquele corpo da Gisele Bündchen eu não vou sossegar" ou mesmo algo mais profundo e espiritual, do tipo: "Enquanto eu ainda tiver esses impulsos que me levam ao vício eu não serei uma boa pessoa". Na maioria das vezes, a meta desejada é para o próprio benefício e engrandecimento e, por isso também, dificilmente iremos vê-la como a causa de nossos males. Mas, e se pudéssemos analisar a cobrança sob outro ponto de vista?
Sociedade, família, religião, amigos e até os ricos e famosos, todos ajudam a incutir dentro de nós valores que muitas vezes nos são inatingíveis e, pior, que vão contra o nosso verdadeiro ser. O mundo, e nós próprios incluídos aí, somos peritos em criar crenças para formar nosso caráter e maneira de pensar e agir. Ao invés de vivermos nossa vida, passamos a nos cobrar do porquê não conseguimos levar a vida dos outros, com base em certas crenças comuns. Podem ser pequenas frases que nos foram faladas repetidamente durante a infância, como, por exemplo: "Seria bom você se esforçar mais para ser o melhor da classe" ou até "Para ser bem sucedido na vida, você tem que trabalhar mais e não brincar tanto" ou: "Não se entusiasme tanto e seja mais sério"!
Não importa a ótima intenção embutida em tais frases, o problema é que elas nos norteiam a cobrarmo-nos de maneira negativa e nos dão a idéia sutil de que a vida tem que ser levada a sério, na marra, e não na leveza do ser, na brincadeira. E o resultado é invariavelmente contraproducente.
Terminamos criando em nós vibrações negativas em relação à nossa vida, com a sensação sempre de que algo nos falta, de que precisamos conseguir mais coisas e de que precisamos nos realizar mais. Isso cria um vazio em nosso ser e começamos a pensar que não somos bons o bastante e de que sempre está faltando algo para chegarmos lá. Podemos deduzir, então, que se vibrarmos dessa maneira, nossa vida vira um inferno. Ora, se a matéria é energia condensada e nossa energia se volta para o sentimento de escassez e imperfeição, podemos deduzir que criaremos em nós não só uma angústia, como também um possível problema físico. Receita perfeita para ficarmos doentes.
Dentro da EFT, a Técnica da Libertação Emocional (para quem ainda não a conhece, sugiro dar uma olhada aqui), partimos do princípio básico que nos aceitamos e nos amamos, mesmo tendo tal e tal problema ou imperfeição. É o velho exemplo de se deixar levar pela correnteza. A água flui suavemente pelo rio em direção ao mar. Se encontra uma pedra ou obstáculo, ela é maleável e flexível o bastante para dar uma volta e continuar o seu caminho. A EFT nos ajuda a termos força e sabedoria para aceitar quem somos, dando essas voltas aos obstáculos e deixando a energia fluir sempre. É o recado do "relaxa e goza" e de se aceitar incondicionalmente.
Ao contrário, quanto mais teimarmos em nossa luta e resistência, ou nadarmos contra a correnteza, mais encrudecidos e com menos vontade de viver ficaremos. É aquela energia por não gostar do trabalho que se faz, de não termos o dinheiro para pagar dívidas, de passar o sábado à noite sozinho(a). Essa idéia de "eu odeio tal coisa" vai depois estourar em algum lugar. O corpo tem um sistema perfeito de defesa a qualquer ataque, principalmente o vibracional. No momento em que estamos sob a pressão do estresse, o corpo se trava e dá o primeiro sinal. Pode começar na forma de uma pequena dor, querendo nos avisar: "Ei! Acorda! Estou tentando te alertar!". Muitas vezes não ouvimos o recado e deixamos a coisa de lado, pensando que temos coisas mais importantes a fazer. Aquela pequena dor passará então a ser uma dor insuportável. Em outras palavras, não aprendemos a mensagem. Ao invés de acabar com a resistência, de se soltar e aceitar o problema, nós fazemos o contrário. Dizemos a nós mesmos, como se fosse para nos enganar, de que está tudo bem, que dá para continuar assim, que podemos aguentar, que temos que chegar lá, que se não o fizermos estaremos contrariando o desejo dos outros, e assim por diante.
A técnica da EFT, apesar de rápida e simples, ajuda enormemente a identificar crenças contrárias ao nosso ser e a melhorar nosso pensar e sentir, além de esclarecer o nosso foco. Tiramos de cima de nós a carga negativa que a cobrança nos traz e colocamos em seu lugar a aceitação de quem e como somos, não importa o quê. Essa simples mudança de pensamento faz o quadro vibracional fluir de maneira positiva e recuperar em nós aquele estado de saúde, paz, prosperidade e alegria com o qual fomos concebidos.
Ao ficarmos cientes dessas cobranças desmedidas, e usarmos a EFT como ferramenta para anular emoções estressantes e maus pensamentos, estaremos em um caminho de melhoria vibracional e energética para nos tornarmos mais prósperos e saudáveis. A EFT acaba com qualquer pensamento, sentimento ou crença que possam ser contrários ao nosso estado original de ser.
Desejo tudo de bom pra vocês, muita saúde e paz e uma vida mais livre das cobranças.
Quem quiser testar na prática como a EFT pode mudar as energias do corpo, sugiro aprender um pouco mais e fazer o exercício que está nessa página aqui.
Se quiser conhecer o site sobre a EFT, entre no www.total-checkup.com.br
Pode ser uma meta bem superficial e externa, tipo "Enquanto eu não tiver aquele corpo da Gisele Bündchen eu não vou sossegar" ou mesmo algo mais profundo e espiritual, do tipo: "Enquanto eu ainda tiver esses impulsos que me levam ao vício eu não serei uma boa pessoa". Na maioria das vezes, a meta desejada é para o próprio benefício e engrandecimento e, por isso também, dificilmente iremos vê-la como a causa de nossos males. Mas, e se pudéssemos analisar a cobrança sob outro ponto de vista?
Sociedade, família, religião, amigos e até os ricos e famosos, todos ajudam a incutir dentro de nós valores que muitas vezes nos são inatingíveis e, pior, que vão contra o nosso verdadeiro ser. O mundo, e nós próprios incluídos aí, somos peritos em criar crenças para formar nosso caráter e maneira de pensar e agir. Ao invés de vivermos nossa vida, passamos a nos cobrar do porquê não conseguimos levar a vida dos outros, com base em certas crenças comuns. Podem ser pequenas frases que nos foram faladas repetidamente durante a infância, como, por exemplo: "Seria bom você se esforçar mais para ser o melhor da classe" ou até "Para ser bem sucedido na vida, você tem que trabalhar mais e não brincar tanto" ou: "Não se entusiasme tanto e seja mais sério"!
Não importa a ótima intenção embutida em tais frases, o problema é que elas nos norteiam a cobrarmo-nos de maneira negativa e nos dão a idéia sutil de que a vida tem que ser levada a sério, na marra, e não na leveza do ser, na brincadeira. E o resultado é invariavelmente contraproducente.
Terminamos criando em nós vibrações negativas em relação à nossa vida, com a sensação sempre de que algo nos falta, de que precisamos conseguir mais coisas e de que precisamos nos realizar mais. Isso cria um vazio em nosso ser e começamos a pensar que não somos bons o bastante e de que sempre está faltando algo para chegarmos lá. Podemos deduzir, então, que se vibrarmos dessa maneira, nossa vida vira um inferno. Ora, se a matéria é energia condensada e nossa energia se volta para o sentimento de escassez e imperfeição, podemos deduzir que criaremos em nós não só uma angústia, como também um possível problema físico. Receita perfeita para ficarmos doentes.
Dentro da EFT, a Técnica da Libertação Emocional (para quem ainda não a conhece, sugiro dar uma olhada aqui), partimos do princípio básico que nos aceitamos e nos amamos, mesmo tendo tal e tal problema ou imperfeição. É o velho exemplo de se deixar levar pela correnteza. A água flui suavemente pelo rio em direção ao mar. Se encontra uma pedra ou obstáculo, ela é maleável e flexível o bastante para dar uma volta e continuar o seu caminho. A EFT nos ajuda a termos força e sabedoria para aceitar quem somos, dando essas voltas aos obstáculos e deixando a energia fluir sempre. É o recado do "relaxa e goza" e de se aceitar incondicionalmente.
Ao contrário, quanto mais teimarmos em nossa luta e resistência, ou nadarmos contra a correnteza, mais encrudecidos e com menos vontade de viver ficaremos. É aquela energia por não gostar do trabalho que se faz, de não termos o dinheiro para pagar dívidas, de passar o sábado à noite sozinho(a). Essa idéia de "eu odeio tal coisa" vai depois estourar em algum lugar. O corpo tem um sistema perfeito de defesa a qualquer ataque, principalmente o vibracional. No momento em que estamos sob a pressão do estresse, o corpo se trava e dá o primeiro sinal. Pode começar na forma de uma pequena dor, querendo nos avisar: "Ei! Acorda! Estou tentando te alertar!". Muitas vezes não ouvimos o recado e deixamos a coisa de lado, pensando que temos coisas mais importantes a fazer. Aquela pequena dor passará então a ser uma dor insuportável. Em outras palavras, não aprendemos a mensagem. Ao invés de acabar com a resistência, de se soltar e aceitar o problema, nós fazemos o contrário. Dizemos a nós mesmos, como se fosse para nos enganar, de que está tudo bem, que dá para continuar assim, que podemos aguentar, que temos que chegar lá, que se não o fizermos estaremos contrariando o desejo dos outros, e assim por diante.
A técnica da EFT, apesar de rápida e simples, ajuda enormemente a identificar crenças contrárias ao nosso ser e a melhorar nosso pensar e sentir, além de esclarecer o nosso foco. Tiramos de cima de nós a carga negativa que a cobrança nos traz e colocamos em seu lugar a aceitação de quem e como somos, não importa o quê. Essa simples mudança de pensamento faz o quadro vibracional fluir de maneira positiva e recuperar em nós aquele estado de saúde, paz, prosperidade e alegria com o qual fomos concebidos.
Ao ficarmos cientes dessas cobranças desmedidas, e usarmos a EFT como ferramenta para anular emoções estressantes e maus pensamentos, estaremos em um caminho de melhoria vibracional e energética para nos tornarmos mais prósperos e saudáveis. A EFT acaba com qualquer pensamento, sentimento ou crença que possam ser contrários ao nosso estado original de ser.
Desejo tudo de bom pra vocês, muita saúde e paz e uma vida mais livre das cobranças.
Quem quiser testar na prática como a EFT pode mudar as energias do corpo, sugiro aprender um pouco mais e fazer o exercício que está nessa página aqui.
Se quiser conhecer o site sobre a EFT, entre no www.total-checkup.com.br
sexta-feira, 9 de março de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
O Treinamento da Mente em Oito Versos Langri Thangpa (1054-1123)
O Treinamento da Mente em Oito Versos
Langri Thangpa (1054-1123)
Langri Thangpa (1054-1123)
Domingo
Com o desejo de atingir a iluminação
Para o bem de todos os seres sencientes,
Que superam até mesmo a Joia que Realiza Desejos,
Que eu possa apreciá-los constantemente
Segunda
Sempre que estiver com os outros,
Que eu me considere o menos importante
E, do fundo do coração,
Aprecie todos e os considere supremos.
Terça
Em todas as atividades, que eu examine a minha mente
E, assim que emoções aflitivas surgirem,
Pondo em perigo a mim e aos outros,
Que eu as confronte e as evite com firmeza.
Quarta
Sempre que eu vir um ser maldoso,
Tomado por intensa negatividade e sofrimento,
Que eu o aprecie como algo raro,
Como quem se depara com um tesouro inestimável.
Quinta
Quando os outros por inveja
Me destratarem com calúnias e insultos,
Que eu tome a derrota para mim
E lhes ofereça o triunfo.
Sexta
Quando alguém a quem ajudei
Com tanta esperança e expectativa
Me magoar profundamente e sem razão,
Que eu o considere como meu mestre sublime.
Sábado
Em resumo, que eu possa, direta e indiretamente,
Oferecer felicidade e paz a todas as minhas mães;
E tomar secretamente sobre mim
Toda a sua maldade e sofrimento.
Todos os dias
Que, em todas essas [ocasiões], a minha mente não seja maculada
Pelas oito preocupações comuns
E saiba que todas as coisas são ilusões:
Livre de apego, que eu possa libertar todos os seres do cativeiro.
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